Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra o Irã no início da manhã deste sábado (28), declarando estado de emergência “especial e imediato” em todo o país, de acordo com informações da Agência Reuters.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também confirmou “grandes operações de combate” no Irã com o objetivo de defender o povo americano, “eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”.
Israel afirmou ter lançado um ataque preventivo contra o Irã, levando o Oriente Médio a um novo confronto militar e diminuindo ainda mais as esperanças de uma solução diplomática para a longa disputa nuclear entre Teerã e o Ocidente.
Também neste sábado, explosões foram ouvidas na região de Haifa, no norte de Israel, no sábado, após lançamentos de mísseis do Irã, conforme o portal de notícias israelense Ynet. Ainda de acordo com a Reuters, mais cedo, sirenes de alerta aéreo soaram em diversas áreas de Israel depois que mísseis foram identificados como lançados do Irã em direção ao país, disse o exército israelense.
Principais fatos conhecidos até o momento (situação em rápida evolução):
Início do ataque — Ocorreu na madrugada/manhã de sábado (28/02/2026), com explosões registradas em Teerã (capital) e em pelo menos outras quatro cidades iranianas. Nuvens de fumaça foram vistas no centro e norte de Teerã, incluindo áreas próximas a escritórios do líder supremo Ali Khamenei.
Alvos — Israel e fontes israelenses afirmam que o ataque visou eliminar “ameaças iminentes” e “ameaça existencial”, com relatos de que o líder supremo Ali Khamenei, o presidente iraniano e chefes militares foram alvos prioritários. Houve também relatos de ataque a uma escola primária feminina no sul do Irã (Minab), com dezenas de mortes (números iniciais apontam para cerca de 40 vítimas).
Justificativa oficial:
Israel (Ministro da Defesa Israel Katz): Ataque preventivo para eliminar ameaças.
EUA (Presidente Donald Trump, em vídeo): Operação “massiva e contínua” para impedir que o Irã ameace os EUA, destruir capacidades nucleares e defender o povo americano. Trump pediu que os iranianos “tomem o controle do seu governo” (sugestão de mudança de regime).
Resposta do Irã — Lançou mísseis e drones contra Israel (sirenes soaram em várias cidades israelenses, incluindo Jerusalém; interceptações em andamento). Em seguida, atacou bases militares americanas no Oriente Médio (Catar, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e norte do Iraque). O Irã promete uma “lição histórica” e descreve o ataque como “agressão ilegal e não provocada”.
Consequências imediatas:
Espaço aéreo do Irã esvaziado (voos cancelados na região).
Estado de emergência em Israel.
Relatos de mortes civis (incluindo na escola mencionada) e militares.
Países árabes com bases americanas (ex.: Emirados Árabes) condenaram e prometeram resposta em alguns casos.
Reações internacionais:
Rússia condenou como “agressão armada não provocada” e alertou para risco de catástrofe.
Brasil (governo Lula) condenou o ataque e alertou para escalada regional.
Irã (Ministro das Relações Exteriores): Agressão “criminosa” e violação de soberania.
Contexto — A ação veio após semanas/meses de negociações sobre o programa nuclear iraniano (que falharam ou foram usadas como pano de fundo). Há menção a planejamento conjunto de meses entre EUA e Israel.
A situação é extremamente volátil, com risco de escalada para conflito regional mais amplo (ou até maior).
Fonte: Agência Brasil – Imagem: Frame/Grok
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