O preço do petróleo disparou nesta segunda-feira (9 de março de 2026), aproximando-se dos US$ 120 por barril, em meio à escalada da guerra no Oriente Médio envolvendo EUA, Israel e Irã.

O barril do Brent (referência internacional) chegou a atingir US$ 119,50 durante o dia, com alta de até 29% em relação ao fechamento anterior — o maior nível desde abril de 2020 (ou 2022 em algumas análises). O WTI (referência americana) também saltou cerca de 31%, alcançando picos próximos de US$ 119,48.

Principais causas da alta

Intensificação do conflito, com ataques a instalações petrolíferas e retaliações iranianas.

Suspensão/paralisação do tráfego no Estreito de Ormuz (rota crítica por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás mundial), devido a ameaças e ataques a petroleiros.

Temores de interrupções prolongadas na produção e no transporte global de energia.

Nomeação de novo líder supremo no Irã e expansão da guerra para a segunda semana sem sinais de trégua.

Durante a madrugada e abertura dos mercados, houve forte volatilidade: picos acima de US$ 119, mas com alguma correção ao longo do dia (por exemplo, Brent em torno de US$ 102–108 em horários posteriores, dependendo da fonte e do contrato futuro).Impactos observados

Bolsas mundiais registraram quedas expressivas (ex.: Nikkei despencou mais de 5% em algumas reportagens).

Países do G7 avaliam liberar reservas estratégicas de petróleo para conter o choque.

Analistas (como JPMorgan) já previam que um bloqueio sustentado no Estreito de Ormuz poderia levar os preços a US$ 120 ou até US$ 130 rapidamente.

Essa disparada reflete o maior salto diário em anos e pressiona economias dependentes de importações de energia, incluindo o Brasil (onde pode impactar combustíveis via Petrobras). A situação permanece volátil e depende da evolução do conflito.

Fonte: RNC/IA Grok – Imagem: Agência Nasa/Arquivo

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